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Navegando pelo som da Boats!

Batemos um papo com Julia Ferreira pra sabermos mais da Boats, disco , session e futuro!

Como se tornou realidade a banda?

Quando nosso ex batera (Rudrigo) me (Júlia) chamou para montar um projeto despretensioso. Nos juntamos e começamos a reunir-se para tocar músicas as quais curtíamos. Dessas reuniões, que cada dia ficavam mais corriqueiras, surgiu a oportunidade de tocar em um Halloween do IFRN Pau dos Ferros, e desde então não paramos mais.

Desde o início seguem com a mesma formação?

Não, inicialmente eramos um duo, eu voz e guitarra e Rudrigo na bateria. Com essa formação gravamos um EP e fizemos um monte de show. Em meados de 2015 enfrentamos uns problemas e tivemos que entrar num hiato. No finalzinho de 2016 voltamos, mas dessa vez com um integrante a mais, Gabriel Nogueira, nosso baixista. Seguimos como um trio, gravamos um CD fizemos muitos shows nos anos de 2017 – 2018.

Em maio de 2018 tivemos a saída do nosso baterista e fundador da banda, Rudrigo. Ai ficamos mais um tempo parados a procura de alguém e encontramos nosso atual baterista, José Shirley. E no decorrer das produções de músicas novas, sentíamos que faltava algo, foi aí que Anny entrou na banda com outra guitarra. A formação atual da Boats é Eu (Júlia) guitarra e voz, Anny na guitarra, Gabriel Nogueira no baixo e José Shirley na bateria

O objetivo era caminhar pelo terreno do Indie Rock?

Sim, embora nosso primeiro trabalho, o EP Fazendo Obvio Direto da Alma, não apontasse para uma sonoridade mais alternativa de cunho crítico-social.

A gente ouve muita coisa, muita mesmo, dentre elas, muita banda de indie rock, daí como é natural, a gente começou a compor nessa linha. Como já disseram por aí, deixamos os sentimentos aflorarem. (risos)

Como foram os processos dos primeiros singles?

Para mim, que era muito novinha quando começamos a gravar os primeiros singles, foi tudo muito novo, muito nervosismo, muita ansiedade, muito erro também. Ficamos meses no estúdio, gravando, regravando, pensando, refazendo. E até mesmo as músicas que já estavam prontas sofreram alterações na hora da gravação. Mas foi muito massa, a gente sempre se juntava para compor e era tudo feito muito em conjunto mesmo. No final, ficamos felizes demais com os primeiros singles e o ep. Com ele tocamos em lugares que jamais imaginaríamos tocar.

Nos contem sobre como foi gravar o debut?

Foi lindo! Contamos com o apoio da galera que curte nosso trabalho. Batemos a meta do catarse e conseguimos gravar. Fizemos umas recompensas iradas com apoio do ilustrador “fuderoso’ Felipe Marcus da JxLxD. Essa coisa de tu ter teu trampo financiado pela galera que curte o que tu ta fazendo alí, mesmo sem ter nem uma amostra do que viria, foi muito doido!!! Essa confiança que nos deram foi muito importante. Foi um trabalho produzido por nós mesmo e gravamos no estúdio de Anderson Bryan, um músico e tanto aqui da nossa região, cidade vizinha Encanto. Diferente dos primeiros singles, já havia mais maturidade. Chegamos com todas as músicas prontas, redondinhas, pouca coisa mudou durante o processo de gravação. Nós fizemos um diário de bordo com todas as etapas da gravação, ta tudo la no nosso canal do youtube.

Depois da gravação desse trabalho a gente fez muito show irado, passamos por festivais incríveis, e foi muito massa mesmo. Temos muito orgulho desse filho!

Recentemente vcs lançaram uma Session com 2 faixas inéditas, é uma amostra do que vem por aí?

Sim!!!!!! A gente tava muito ansioso pra mostrar essa session, já pra galera sentir mesmo o que ta vindo por aí. Queríamos mostrar a nova integrante, que até então não tinha sido apresentada. Daí unimos tudo de uma só vez pra galera ver o que ela trouxe e há de trazer pra banda, influencias etc.

Já há planos de novas gravações?

Nós, da banda, estamos em processo constante de composição. A gente ta trabalhando as músicas e há planos sim. Já temos em mente o que vamos gravar, onde, com quem. Só falta deixar as músicas novas 100% e entrar no processo de gestação desse trampo novo.

O que planejam pra breve?

Tocar MUITO, meter os pés na estrada. Conhecer gente nova, e trocar muita ideia, pois isso inspira muito a gente. Já temos alguns shows fechados para o segundo semestre na paraíba, aqui no RN mesmo e estamos fechando uns no CE. A ideia é fazer nosso som reverberar, expandir para outras pessoas que ainda não conhecem.

Considerações finais

Agradecemos a atenção e oportunidade, Rarozine, por nos permitir falar um pouco sobre nossa história. A gente fica feliz demais!

Acreditamos que música, cultura, arte e educação são os pilares para construção de uma sociedade melhor.

Vida é movimento!

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