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Tropical Riders : atrás de seus pecados!

Um dos duos mais interessantes do momento , é o Tropical Riders, e nessa conversa falamos com Gale e Leo , pra saber mais! 
 
Como se formou a banda?ser um duo era o foco principal?
 
Leo: Eu e o Gale já nos conhecíamos há uns anos, começamos tocando em outra banda que acabou se desfazendo… alguns meses depois do término, estávamos em um bar, e surgiu uma ideia louca de começar a tocar. No dia seguinte já fomos para o estúdio e começamos, no começo era bem esquisito, até que achamos fomos encontrando a sonoridade que queríamos… 
A ideia é sempre ser um duo, facilita muito as coisas, as questões de composição e principalmente logística é a melhor parte do negócio.
 
Porque The Tropical Riders?
 
Gale: Nós gastamos mais tempo do que gostaríamos bolando um nome pra banda, e nada parecia fazer muito sentido. Um dia tivemos a sorte de o Leo estar usando um boné em que estava escrito The Tropical Riders e achamos que podia ser interessante o nome, mas nunca achamos que o pessoal da marca ia liberar. Bom, eles liberaram e aqui estamos (gracias, @birdenclothing !!!).
 
 
Vcs fizeram um Mini Doc sobre a gravação do EP , falem desse registro Deep Sea Diving
 
Leo: A ideia do mini doc era registrar o início de uma nova fase, foi uma gravação bem prazeirosa e divertida. Tivemos tempo de gravar tudo, acertar e colocar mais elementos no som e testar coisas novas também.
 
 
Como foi produzido o clipe Monophobia?
 
Gale: Foi uma parceria maravilhosa entre a equipe da banda e o pessoal da Pantera Filmes (@apanterafilmes). Nós passamos pra eles a ideia central da música e eles criaram todo um universo lisérgico em cima disso. No final das contas eles tiveram uma visão sobre a música muito peculiar e que me agradou muito, pois foi como redescobrir a nossa própria criação.
 
 
Como foi trabalhar no Miami Sin?
 
Gale: Intenso. Nos trancamos no estúdio num espaço de tempo reduzidíssimo e tocamos sem parar nem pra beber água. Foi uma dinâmica nova que testamos e que funcionou, mas acho que queremos um pouco mais de tranquilidade na próxima gravação.
 
 
Qual a diferença do Miami pro Tapes?
 
Gale: O Miami é o nosso som mais maduro, mais visceral, pois tocamos em diversos lugares entre os dois EPs, ganhamos mais experiência e começamos a nos entender como banda. Acredito que essa mudança é saudável e necessária pra continuarmos crescendo.
 
Vcs passaram recentemente por Socorro no Abbey Roça ,como foi?
 
Gale: Uma loucura. Um monte de gente pilhada, pirando em som autoral no meio do nada. Acho isso lindo demais, essa capacidade que a música tem de unir as pessoas em qualquer lugar, a qualquer hora. Quem fala que o rock tá morrendo ou morreu precisa dar um pulo lá em Socorro pra aprender a não falar merda.
 
A banda pretende um novo EP ainda em 2019 e um Full pra 2020, procede?
 
Leo: Exatamente, estamos ensaiando já algumas musicas novas e um novo EP será gravado em breve. O disco deve sair em 2020 mas ainda está num estágio mais embrionário.
 
 
Quais os planos pra breve?
 
Gale: Vamos participar de uma coletânea com um monte de bandas fodas nos próximos meses, provavelmente soltando uma música inédita. Além disso, estamos tocando em vários lugares legais e conhecendo uma galera muito massa. Como o Leo já disse, logo sai nosso EP novo, então não esperamos parar tão cedo.
 
Fotos por Raffaella Spiniella

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