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Damn Youth : ataca novamente!

Com clipe novo em mãos, batemos um papo com Ítalo, batera do Damn Youth, pra falarmos das novidades do grupo.

Como foi início da banda? Desde o princípio era a intenção ter a sonoridade atual?

Ítalo : O início foi só Eu(Ítalo) e Camilo,durou um bom tempo por conta de ser apenas uma desculpa pra andar de skate depois.Daí convidamos Fernandinho,que  hoje canta na Dead Enemy,mas durou pouco menos de um ano.Depois disso chamamos Elton e Jardel,que tocavam com a gente em outras bandas.
Desde o início a intenção era tocar Thrash Metal Old school.
 
Pra quem ouve o som da banda , saca muitas influências do thrash norte americano dos 80 e outras coisas mais , o que é combustível pras composições do grupo?
 
Então,como a gente escuta muita coisa, já temos uma idéia de como deve ser os sons, geralmente alguém chega com riff e a gente consegue terminar todo o instrumental em casa antes de ir pro estúdio, até porque é um pouco corrido por conta dos trabalhos.Mas o combustível não só de composições,mas  pelo lance da banda continuar tocando,é por conta de ser feito com sinceridade.
 
Foto por Rubens Rodrigues 
 
Na nossa última entrevista pra cá , o material que vcs tinham era o Skate in Hell , o que podemos dizer que mudou pra agora?
 
Que conseguimos fazer MUITA amizade através da banda, que na real é um dos maiores sentidos disso tudo.E com certeza um certo amadurecimento musical.
 
Como surgiu o split com a Lei do Cão ? E o k7 de “No mercy to nazi simpathy ” pela Outprint?
 
Fernando JFL,é o bicho que fez e faz todas as artes da banda, na época ele tocava no Lei do cão e eles tinham uns sons gravados sem rumo, até que ele perguntou se teríamos algumas músicas para fazer esse split, não tinhamos, mas fizemos e gravamos ligeiro pra poder rolar e rolou.Outprint foi idéia do Sesper Farofa, ele conheceu e de cara já disse que iria lançar em k7, a reação foi a melhor possível!Pena que só foram 80 cópias.
 
 
Como surgiu a versão do Vio-lence?
 
Vio-lence deve ter sido a banda que mais escutávamos na época,se tivesse que rolar um cover,seria deles,daí foi bem fácil escolher o som.E não é bem uma versão,é só um trecho de um som deles com um nosso.
 
 
Do meu ponto de vista , um certo público começou a acompanhar vcs com mais frequência ,talvez no modo digital ou até mesmo nos shows , vcs acreditam que isso mudou , desde o surgimento da banda? A galera começou a sacar mais o som da banda?
 
Mudou muito!Galera cola nos rolês,mosh por cima de mosh,compram merchan etc…A gente agradece demais por isso.
 
Numa das passagens pelo sudeste , houveram 2 registros bem interessantes ,um deles é audiovisual no Pé de Macaco em São Carlos e outro é o show de Curitiba que vcs acabaram adotando como um lançamento , com captação do show por lá , nos falem deles
 
R:O rolê do Pé de Macaco foi surreal: bandas,organização e tudo que a gente defende, jamais esqueceremos.O de Curitiba foi meio surpresa,não sabíamos que estavam gravando,o nosso querido Redd nos presenteou depois com o áudio e curtimos tanto que adotamos como um material ao vivo, iremos lançar um físico.
 
 
 
Como foi a tour pelo Chile ?  O pessoal conhecia a banda?
 
A tour foi bem curta,porém,deu pra andar bastante por lá,rolou Los Andes,Rancagua,Valparaíso e Santiago.Poucas pessoas conheciam a banda,depois dos shows que tinha aquela troca de idéia,troca de material etc…A galera do Chile é demais.
 
Quando surgiu a ideia de gravar um split e com o Surra?de cara a proposta seria via Laja?E como surgiu o cover do Vingança?
 
A idéia foi do Mozine, íamos gravar uns sons pra lançar como EP, daí conversando com Mozine, ele deu a idéia de um split,foi bem rápido ter pensado no Surra, por conta de gostarmos dos caras e por ser uma banda ativa que poderia fazer acontecer mais rápido,e foi.O cover foi rápido também,Vingança é uma banda que  muita gente do rolê aqui ama muito,não podíamos deixar pra trás a idéia de gravar um cover deles. 
 
 
Nos contem um poucos dos registros de videoclipes que vcs já fizeram? aliás recentemente saiu o video de Progress?
 
O primeiro clipe foi de ‘The Audience wants blood”, que quem gravou e editou foi o Mauricio Souza,um grande amigo nosso, pegamos referências nos clipes das bandas que a gente curte.O de “Progress?!” e de “Jurisdiction”
foi feito através do grande Ailton, o cara que cuida de nós em São Paulo.Ele veio juntando imagens das vezes que tocamos aí e editou junto com uns amigos,os resultados são demais.
 
Quando começaram a trabalhar no Breathing Insanity , já no decorrer do tempo se sabia que seria um full álbum?
 
Acredito que em Julho de 2017, começamos a compor.Já sabíamos que iria ser um full,só tava incerto se seria em LP 12 polegadas, daí tem todo o lance de tempo de sons etc…Foram seis meses pra compor e gravar.

O Fernando JFL é praticamente o quinto integrante da banda , nos contem dessa aproximação com ele e da identificação visual que ele criou pra banda
 
A gente deve muito a ele,muita gente começou a gostar da banda através das artes haha. A amizade já é antiga,desde antes da banda, sempre tocávamos juntos e já tínhamos um laço, sem falar que ele já viajou conosco tocando baixo e hoje temos uma outra banda “Echoes of Death”,o caba é fera!Talento puro.
 
O Breathing gerou inúmeras críticas e convites pra shows/festivais , como vcs encararam isso?
 
Então,em 2018 que foi o ano que ele foi lançado,foi um ano massa pra banda,tocamos em tudo que é lugar,nos festivais grandes e pequenos,em estúdios e em lugares gigantes, o álbum repercutiu bastante e ficamos bem felizes com tudo que aconteceu.
 
Foto por Dani Moreira Photography
 
Ano passado na Jai Club conferi o show de vcs de perto , e afirmo que foi um “arregaço” , um show e tanto , tanto de público como de banda, o que se lembram daquela noite?
 
Foi demais,tocamos lá duas vezes e todas as duas foram bem fodas, só lembrança massa.
 
 
O que planejam pra breve?
 
Um novo disco cheio e mais viagens.
 
Considerações finais
 
Agradecer a todas e todos que colam nos shows, vem trocar idéia e mantém isso vivo.Também ao German e Rarozine pela entrevista!Abraços!
 
Foto principal Lauro

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