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Bate-papo musical com Último Sopro!

Banda comenta os discos que influenciaram o seu som.

O Último Sopro segue em sua melhor fase desde o lançamento do  single “Contra o Tempo”, lançado via Electric Funeral Records e a entrada de novo baixista compondo a nova formação da banda. O grupo vem apresentando um grande amadurecimento desde o último EP lançado “Aurora” em 2016, e demonstra um grande evolução musical em seu último trabalhado lançado recebendo críticas positivas do público e mídia especializada.
 
Conversamos com a banda para entender de onde vêm as influências que compõem seu som e o que o torna o som do Último Sopro tão diferente e único dentro do mercado musical. Cada integrante comentou dois discos que influenciaram sua trajetória na música e o despertar do grupo.
 
• Rodolfo Costa:
36 crazyfists – ”Snow Capped Romance”: Essa banda e esse album foram o motivo para que Eu começasse a tocar Guitarra. Os riffs presentes nesse album são criativos, pesados, modernos e me causaram uma overdose de informação musical despertando completamente meu interesse pelo mundo da música.
Posso dizer que é a minha maior influência.
 
Underoath – “They’re Only Chasing Safetay”: Foi o album que expandiu minha percepção musical. A junção de peso e melodia que contém nesse trabalho de fato fizeram toda a diferença no meu aprendizado. Eu acredito que poucos discos tem essa. Característica tão bem executada.
 
• Rafael Fesaro:
Spineshank – the height of callousness:  Foi o álbum que me fez descobrir o nu metal e procurar mais a respeito. Inclusive treinei muito as músicas desse álbum e me fez querer ser vocalista de metal e treinar coisas mais pesadas.
 
Dance Gavin Dance – “Downtown Battle Mountain”:Descobri a sonoridade diferente (mesmo inserido no post-hc) da banda e os vocais do Jonny Craig. Foi uma grande inspiração para eu treinar ainda mais os vocais “limpos”.
 
• David Fortunado
Linkin Park – “Meteora”: O álbum que me mostrou riffs e vocais agressivos, melodias marcantes e uma forma de composição extremamente criativa. Isso foi algo de outro mundo. Não tem como pensar em rock e não lembrar de Linkin Park.
 
Bring Me The Horizon – “Sempiternal Sempiternal”: é o álbum que me fez enxergar o quão longe podemos chegar em termos de criatividade na música. Esse álbum tem peso, melodias fortes e acima de tudo ele transmite um sentimento onde as músicas parecem falar com você. Ele é base de tudo que eu sou na música e contribuiu muito para o “pensar fora da caixa” e trazer algo verdadeiro para as nossas composições.
 
• JC Gabriel
Charlie Brown Jr – “Preço curto prazo longo”: Foi o álbum que me trouxe pro rock quando eu ainda era criança, ficava fascinado com a linha de bateria, o que me fazia escuta-lo várias vezes num mesmo dia, daí veio minha paixão por bateria
 
Slipknot – “The subliminal verses”: Foi o álbum que me deu certeza do que queria como músico, um álbum sombrio e melodico com o peso na hora certa, me levando pra um lado mais intenso musicalmente
 
• Romulo Brito
CPM 22 – “CPM 22”: Esse álbum tem um valor emocional inestimável,sem contar que me fez sonhar em ter uma banda, além de me apresentar uma sonoridade diferente do que estava acostumado. Serviu como porta de entrada para o Hardcore Melódico e o Pop Punk, estilos que me acompanham até hoje.
 
• A Day To Remember – “Homesick”: Esse álbum foi responsável por me apresentar novas ideias de riffs e mostrar que é possível soar de uma forma mais POP, sem perder a essência do Hardcore Melódico e Post Hardcore. Sendo assim, é extremamente presente na Ultimo Sopro, servindo de inspiração pra algumas linhas de guitarras.
 
A banda volta a rodar com show em outubro e em breve lançará novo single, prometendo o peso e melodia que só o Último Sopro sabe fazer.
Confira aqui “Contra o Tempo”: 

 

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