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Injuriado : Vida e Nada!

Batemos um papo , pra saber mais sobre o projeto(banda) Vida e Nada, confere!

Como surgiu o projeto?

A gente se conheceu faz uns três anos, mas sempre curtimos bastantes sons em comum, mesmo com várias referências diferentes. Ano passado, o Tim então pegou algumas batidas em loop na internet, mandou umas guitarras em cima e me enviou. Eu tava experimentando um sintetizador Korg R3, então fiz umas melodias e uns baixos no synth e gravamos durante outubro de 2017 em nossas casas. Foram quatro sons com menos de um minuto. Como curtimos fazer aquele EP, acabamos fazendo mais nesse ano.

Em algum momento vcs já tinham tocado juntos?

O Tim chamou pra tocar na Unbelievable Things, tocamos juntos ao vivo umas vezes em Curitiba. No último show da UT em Mandaguari tocamos algumas do vida e nada também.

Quais foram as principais inspirações pra essas faixas novas?

As coisas que a gente ouve acabam influenciando indiretamente, como ouvimos muita coisa aleatória é difícil dizer. Mas as vezes uma bateria de um som chama atenção, depois uma base de outra. Por exemplo, achei a batida legal de um som da KVB, tentei fazer algo parecido que acabou não tendo muito a ver, talvez pela falta de técnica com os programas, mas as ideias vão surgindo dessa forma. Pra falar nomes, tem várias bandas aleatórias que influenciam em alguns aspectos do som, que nem Mike Krol, Horis Peridereo, Pisse, Paraf, Rocketship, Get up kids, Pavement, mas sempre tem várias outras.

Há algo de diferente pro material anterior?

Ficou bem diferente, no EP anterior todos os sons tinham no máximo 1 min, nesse, meio que o dobro rs. No vol. 二 , rolaram mais ideias e ficaram mais camadas de som, a maioria das baterias foram feitas por nós no FLstudio, as músicas tem mais letras e nós dois cantamos.

Nos falem desse novo material

A gente ficou trocando material por uns meses, então tem uma variedade de sons. Saiu um pouco da vibe do EP anterior que se misturava a trilhas curtas de videogame anos 90. Durante outubro a gente se empenhou mais, se encontrou com mais frequência pra fazer e acabou gravando e mixando aqui em casa. Acho que os novos sons ficaram algo mais entre garage rock e um synthpunk lo-fi.  Foi um esquema bem DIY, gravamos barulhos de moto na rua, as guitarras na linha, os synths alguns em linha e outros com o microfone num amp de guitarra. As vozes e os barulhos de moto num gravador tascam portátil. Os loops de bateria no geral foram feitos no FLstudio, outros pegamos na internet. No final foi masterizado pelo steve albini de Curitiba, o Michael Wilseque (Estudio Sabine).

Quais os próximos passos?

Acho que fazer uns shows aqui nas cidades que conhecemos mais gente como em Curitiba, Maringá e região, etc. Divulgar mais o material porque foi bem divertido fazer e o resultado deu uma empolgada de levar pra frente. A gente tá pensando em gravar umas fitas e fazer algum outro material pra vender nos rolês. Mas no fim das contas os próximos passos mesmo é fazer mais sons e tentar mudar as ideias pra continuar sendo divertido.

Considerações finais

Ouçam e colem nos shows quando rolar. E nos chamem pra tocar, tocamos em qualquer lugar.

Fotos por Laísa Rocha

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